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Paulo Reglus Neves Freire



Categoria: Questões Sociais
Escrito por Flávio Boleiz às 15h01
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Paulo Freire é anistiado

FONTE: http://www.uol.com.br
26/11/2009 - 14h19

Paulo Freire é julgado anistiado político

Pedro Peduzzi
Da Agência Brasil
Em Brasília
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça considerou hoje (26), por unanimidade, o educador pernambucano Paulo Freire como anistiado político. Com isso, a viúva do educador receberá uma indenização de 480 salários mínimos, desde que respeitado o teto de R$ 100 mil.

A audiência pública foi realizada como parte da Caravana da Anistia, durante o Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica, promovido pelo Ministério da Educação.

"Estamos caracterizando o pedido de desculpas oficiais pelos erros cometidos pelo Estado contra Paulo Freire", declarou o presidente da comissão Paulo Abrão Pires Júnior ao final da sessão. Ele considera que há ainda muito a fazer, uma vez que há suspeitas de que arquivos, principalmente dos serviços de inteligência das Forças Armadas, ainda não tenham sido entregues ou tenham sido destruídos.

Segundo ele, os documentos de inteligência encontrados queimados na Base Aérea de Salvador são uma prova de que há ainda muitos arquivos não abertos "apesar de que, tecnicamente, todos devessem estar [abertos] desde o Projeto Memórias Reveladas, criado pela Casa Civil", disse Abrão. "Nesse aspecto, Chile, Paraguai, Argentina e Uruguai estão muito melhores do que o Brasil", acrescentou. 

"Ainda que esses documentos apresentem uma visão deturpadora da realidade, eles são necessários para fazermos justiça com as tantas vítimas da ditadura brasileira", disse o presidente da comissão, durante coletiva de imprensa após a sessão pública que anistiou o educador. 

Para a viúva, Ana Maria Araújo, a ditadura atingiu "violentamente e com malvadeza" o exilado, destruindo sua natureza, seu corpo e sua cidadania. "Paulo Freire, sua cidadania foi retomada como você queria, e proclamada como você merecia", disse em tom emocionado a viúva. 

Em meio ao discurso de Ana Maria, um grito vindo da plateia composta majoritariamente por professores e pedagogos puxou aplausos: "Paulo Freire não morreu nem nunca morrerá".

"A partir do resultado [a que chegou a comissão, de considerar Paulo Freire anistiado político], encaminharemos nossa decisão ao ministro da Justiça, que expedirá, caso concorde com ela, uma portaria no Diário Oficial, declarando ele como anistiado. No documento constará, também, seus direitos", afirmou Abrão.

"E, com a portaria, o Ministério do Planejamento fica obrigado a colocar a previsão do pagamento aos familiares. Acredito que a portaria será publicada ainda neste ano", completou.

Segundo a viúva de Freire, há cerca de 340 escolas no Brasil, na maioria municipais, com o nome do marido. "Pretendo continuar fazendo o que ele me pediu em testamento: publicar aquilo que é inédito e cuidar dos livros já publicados."



Categoria: Questões Sociais
Escrito por Flávio Boleiz às 14h54
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É preciso denunciar!

 

Denúncia: meio de resistência às mordaças sociais

 

É impressionante como a coisa pública ainda é tratada na base dos privilégios em pleno século 21, na maior cidade da América do Sul.

Cada cidadão deste país paga uma quantidade alta de impostos, como meio de financiamento do regime “democrático” que administra seus interesses. Numa sociedade de consumo em que se compra mais e mais bens e serviços a cada minuto, a quantidade de dinheiro que se acumula nas mãos dos donos do capital vai-se tornando imensurável, ao mesmo tempo em que os porcentuais retidos pelo governo na condição de impostos adquirem proporções descomunais.

O resultado disso deveria ser apreciável na forma de serviços públicos de qualidade, equitativamente distribuído por todas as regiões do país, dos estados e de cada município. Com a enorme quantidade de dinheiro que entra para os cofres públicos, segundo a segundo, só se poderia esperar que todos os cidadãos – que são portadores de direitos humanos e civis idênticos, pelo menos em tese – gozassem de acesso digno a transportes públicos de qualidade, atendimento básico de saúde célere e descomplicado, educação igualmente qualificada em qualquer escola – da Educação Infantil à Universidade, acesso ao lazer e à cultura e muito mais.

A realidade, entretanto, apresenta-se muito diferente dessa condição obviamente esperada, e isso não é novidade para ninguém! Mas a transformação dessa realidade numa utopia realizável – no “inédito viável”, como dizia Paulo Freire – depende de algumas atitudes cotidianas que vamos esquecendo de tomar, permitindo que o descaso com a coisa pública e com o público propriamente dito se perpetuem na nossa sociedade.

Uma dessas atitudes importantes que deveríamos exercitar cotidianamente é a de fazer DENÚNCIAS.

Denunciar significa desvelar, explicitar, revelar a verdade que se esconde por detrás de determinados discursos e ações, levando a público significados e fatos contrários às leis, aos direitos e à ordem pública. Significa colocar à mostra a realidade material das situações práticas, problematizando e contribuindo para com a compreensão do caráter ético e moral que perpassa os fazeres públicos e privados que marcam o dia-a-dia.

A importância da denúncia é tamanha que, por medo das consequências que pode gerar, leva certos poderosos a tentarem barrar qualquer iniciativa que possa se caracterizar como denúncia. É o caso, por exemplo, da Prefeitura de São Paulo. Apesar de ser governada por um prefeito filiado a um partido político cuja sigla faz lembrar a ideia de democracia (o "DEM"), a cidade mantém seu funcionalismo sob a égide da lei 8989/79, cujo inciso I do artigo 179 prescreve o silenciamento diante dos erros, excessos e ilegalidades cometidos dentro da própria administração municipal, já que proíbe os funcionários de referirem-se “depreciativamente em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou por qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração”. Não é por acaso que não se vê na imprensa a participação de funcionários municipais em entrevistas ou debates, nem mesmo a respeito da luta pela derrubada desta própria lei tão retrógrada, resquício do regime militar que nos amordaçou a todos durante os longos anos de ditadura.

Na prática, uma lei como essa favorece ao tratamento da coisa pública como se fosse privada, beneficiando apenas a um grupo de privilegiados pelas benesses do poder. Não é por acaso que a merenda escolar continue sendo distribuída de maneira irracional aos alunos (após ja ter almoçado, para repetir a sobremesa, por exemplo, o aluno é obrigado a pegar uma porção inteira de refeição; aí a sobremesa é consumida enquanto que o restante da refeição vai para o lixo e é cobrada integralmente dos cofres municipais). Também não é por acaso que a população, informada apenas pela propaganda do poder público, continue acreditando que nas escolas da prefeitura haja duas professoras nas salas de aula de alfabetização (na verdade há uma professora e uma estagiária, portanto uma estudante a mais na sala, só que aprendendo a ser professora).

Há uma gama enorme de pequenos problemas nos equipamentos públicos que não vêm à luz em função dessa mordaça imposta aos funcionários públicos. Nas Casas de Cultura da prefeitura de São Paulo (que por sinal, pasmem, não são ligadas à Secretaria de Cultura, mas às subprefeituras), por exemplo, os funcionários são obrigados a fazer vaquinha para compra de água potável e café. O mesmo acontece nos clubes municipais, nas escolas, parques municipais e várias outras repartições públicas. A ausência de denúncias a respeito desses problemas proporcionam a sensação de que tudo vai muito bem, mas basta conversar em particular com qualquer funcionário municipal para se verificar que as coisas não estão tão bem quanto a falsa calmaria faz parecer.

É preciso mudar essa situação. Não tem cabimento o prevalecimento de uma lei tão absurda quanto essa que ainda viceja na cidade de São Paulo.

Este espaço virtual está aberto ao recebimento e divulgação de denúncias e, por isso mesmo, insiste em denunciar este fato absurdo:

Prefeito Kassab ainda mantém e se beneficia

da lei que amordaça os funcionários públicos municipais.

 



Escrito por Flávio Boleiz às 09h16
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Nota da Via Campesina, em Minas Gerais, à imprensa e à sociedade

Total apoio à Irmã Geraldinha e ao Acampamento Dom Luciano Mendes.

A Via Campesina, em Minas Gerais, repudia com veemência as insistentes ameaças de morte perpetradas contra a pessoa da guerreira Irmã Geraldinha, discípula da Irmã Dorothy Stang no Vale do Jequitinhonha, MG. É claro que a atuação pastoral profética de Irmã Geraldinha está incomodando os latifundiários, detentores dos poderes econômico-político e midiático em Salto da Divisa. Os ameaçadores estão sendo mandados e, provavelmente, pagos para ameaçar Irmã Geraldinha.

Irmã Geraldinha tem a grandeza de conviver com os Sem Terra do MST, debaixo da lona preta no Acampamento Dom Luciano Mendes, fruto de ocupação da fazenda Manga do Gustavo, que aconteceu dia 26/08/2006, exatamente no dia que o pastor e profeta Dom Luciano Mendes morreu. Por isso também o Acampamento foi batizado de Acampamento Dom Luciano Mendes.

Irmã Geraldinha acompanha de perto a luta do Acampamento Dom Luciano Mendes desde seu início. A ocupação da Fazenda Manga do Gustavo foi feita para pressionar a desapropriação da Fazenda Monte Cristo – 1.385 hectares -, que é improdutiva e não está cumprindo função social. É sabido na região que a atuação pastoral de Irmã Geraldinha tem sido crucial para angariar apoio popular à causa do MST na região e, especificamente, ao Acampamento Dom Luciano Mendes.

Importante recordar que a Fazenda Monte Cristo, com processo de desapropriação questionado na justiça, é latifúndio da Família Cunha Peixoto, família que exerce o coronelismo no município de Salto da Divisa há séculos.

A partir de janeiro de 2009, Irmã Geraldinha se dedicou também à organização de 11 famílias de posseiros da fazenda Monte Cristo. E, é claro, iniciou a defendê-los lutando ao lado deles pelos seus sagrados e justos direitos. Por isso irmã Geraldinha está sendo ameaçada de morte (e de ressurreição).

A Via Campesina não vacilará e estará ao lado de Irmã Geraldinha e dos Sem Terra do Acampamento Dom Luciano e de tantos outros acampamentos em Minas Gerais lutando aguerridamente para que a reforma agrária se realize em Minas, pois só isso trará a superação das covardes ameaças de morte. Só com reforma agrária no chão (e não apenas no papel) construiremos paz social como fruto de justiça social.

Assinam esta NOTA os Movimentos e entidades que integram a Via Campesina, em Minas Gerais:

1) Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST – www.mst.org.br
2) Movimento dos Atingidos por Barragens – MAB – www.mab.org.br
3) Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA
4) Comissão Pastoral da Terra – CPT – www.cptmg.org.br
5) Centro de Agricultura Alternativa – CAA
6) Associação Brasileira de Estudantes de Engenharia Florestal – ABEEF
7) Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil - FEAB
8) Movimento das Mulheres Camponesas – MMC
9) Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Governador Valadares - STR.
10) Cáritas

Endoossam esta nota:
1) Gruteusp - Grupo de Trabalho de Ecopedagogia da FEUSP
2) Blog Forum Educação



Escrito por Flávio Boleiz às 19h40
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Movimento Freinet

 

O MOVIMENTO FREINET: UMA REDE AUTOGERIDA?

Anne-Marie Mílon Oliveira

 

 

 

Pela sua prática comprometida de educador popular Célestin Freinet foi o iniciador de um vasto movimento pedagógico que, até hoje, congrega milhares de docentes pelo mundo afora. O início deste movimento não foi propriamente premeditado e muito menos planejado: no seu livro Nascimento de uma pedagogia popular (1978), Elise Freinet nos conta como as técnicas elaboradas por seu marido para turma multiseriada onde lecionava, numa modesta escola do interior, começaram a ser divulgadas por ocasião de um congresso de educadores. Um colega oriundo da Bretanha, cuja escola se encontrava a várias centenas de quilômetros, se interessou pelas suas descobertas e resolveu experimentá-las. Aos poucos, relações se instauraram, correspondências foram trocadas, experimentos intercambiados entre um número cada vez maior de docentes primários. Denominado, de início, "Cooperativa do Ensino Laico" (CEL), o novo movimento se expandiu, se complexificou. Rapidamente apareceu a necessidade de uma organização que permitisse, ao mesmo tempo, a fluidez da comunicação e a coesão dos seus membros.

 

Esta organização fugia ao modelo tradicional das instituições heterogestionadas, que preveem, via de regra, uma estruturação de tipo piramidal, tendo em seu topo uma cúpula. Mesmo se eleita democraticamente, referendada regularmente por assembleias gerais e apoiada por órgãos intermediários, esta cúpula se vê encarregada de tomar decisões, definir rumos, formular diretrizes, assegurar, enfim, a direção da organização.

 

O Instituto Cooperativo da Escola Moderna (nome atual do movimento Freinet) quer fugir a este modelo e busca realizar aquilo que Alain Guillerm e Yvon Bourdet (1976:193) denominam "uma coordenação entre iguais, numa implantação cujos meios e caminhos sejam transparentes para todos". Em outras palavras, se esforça por praticar a autogestão.

 

Quais são sua fontes inspiradoras? Acredito que principalmente duas: o pensamento anarquista (ou libertário) e o materialismo dialético.

Do primeiro absorveu uma profunda rejeição a toda forma de governo autoritário, a ideias de "vanguarda", de "elite esclarecida",-à separação entre trabalho manual e intelectual, entre gestão e realização. No movimento Freinet todos são chamados a participar, tanto da administração das instituições internas (veremos mais adiante do que se trata) como da criação e experimentação de novas técnicas pedagógicas ou da formulação de novas linhas teóricas.

 

Do segundo retirou aquilo que Freinet denominava de "materialismo escolar". O que ele queria afirmar com isso, é sua oposição às pedagogias idealistas que costumam anunciar grandes princípios filosóficos para depois constatar que... Infelizmente, sua aplicação é impossível e que “na prática a teoria é outra”. A pedagogia Freinet afirma, ao contrário, que o ponto de partida é a prática e que os meios materiais são os primeiros determinantes de toda proposta pedagógica. Coerentemente com isso, ele salienta a importância do que chama "as técnicas e ferramentas de trabalho" do professor. Sem a presença concreta destas, toda proposta pedagógica, por mais sincera e comprometida que seja, se toma inócua.

O movimento Freinet se baseia nos mesmos princípios. Para que a autogestão se tomasse efetiva foi necessária a criação de "técnicas e ferramentas" de gestão compartilhada, de experimentação de procedimentos pedagógicos, de comunicação interna entre os membros.

 

A primeira "instituição interna" do movimento é, sem dúvida, a correspondência. Ela é feita por meio de cartas (hoje em dia, também via fax e Internet), de boletins e de um instrumento chamado "cadernos circulantes" :quando um membro do movimento quer lançar um questionamento, expor uma nova técnica, discutir uma situação de sala de aula, contestar decisões, ele pega um simples caderno escolar e escreve o que tem a dizer. A seguir, envia este caderno para outro colega, que expõe sua opinião e o manda a outro. Após um certo tempo, o caderno volta ao seu iniciador, que faz uma síntese e a torna pública em um dos periódicos do movimento.

A segunda "instituição interna" são esses periódicos e os numerosos boletins locais. Cada região tem, também, grupos - e esta é a terceira principal "instituição interna" - que se especializam numa determinada questão escolhida livremente pelos interessados (o ensino da matemática, a vida cooperativa da classe, a alfabetização ou, como gostam de dizer os "freinetianos": a gênese da escrita na turma, etc.).

o movimento se concretiza através de centenas de grupos. Toma-se ainda mais visível nos momentos de reunião: congressos nacionais e internacionais, assembleias... Mas tudo se faz dentro de uma fluidez e transparência que tem por objetivo evitar a formação de grupos de poder, a cristalização das instituições. A comunicação segue caminhos predominantemente horizontais e obedece a uma malha nunca formalizada de forma rígida. Nesta malha, nesta rede auto- gerida, a circulação da informação (o saber) se esforça por acompanhar e reforçar a circulação do poder. A multiplicidade e, às vezes, o caráter efêmero dessas instituições garantem o caráter flexível do movimento e reflete suas pulsações.

 

Um outro ponto importante é que a adesão à pedagogia Freinet é sempre uma opção pessoal e voluntária dos docentes que pertencem ao movimento. Seria impensável um diretor de escola, um secretário de educação decidirem que os docentes que lhe são subordinados adotem esta pedagogia. Cada um inicia quando quer, da forma que quer, no seu ritmo, apoiado pelos colegas mas nunca pressionado para agir desta ou daquela forma.

 

Uma organização deste tipo não tenderia a ficar dispersa e sem controle? De anarquista não riscaria de se tornar anárquica? Esta era uma das maiores preocupações de Freinet, para quem organização e disciplina, livremente construídas, eram pré-requisitos imprescindíveis para o funcionamento da classe e para a existência de qualquer grupo.

 

Mas acredito, sobretudo, que o que impede esta desintegração é, de forma mais ou menos explícita segundo as épocas, dentro da diversidade de cada lugar, de cada grupo, de cada momento, a existência de um grande projeto comum. Nisto, esta rede continua, antes de tudo, sendo um movimento pedagógico e político; nisto os membros do ICEM são os fieis herdeiros do seu fundador e seu projeto continua sendo o de contribuir para a desalienação da escola pública e para sua transformação num instrumento de construção de um cidadão livre,crítico e criativo.

 

 

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Bibliografia

FREINET, Célestin. O Método natural. Lisboa: Estampa, 1977,3 vol.

FREINET, Célestin. Pedagogia do bom senso. São Paulo: Martins Fontes, 1985.

FREINET, Elise, Nascimento Cle uma peClagogia popular. Lisboa, Editorial Estampa, 1978 FREINET, Elise. O Itinerário de Célestin Freinet. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1979.

GUILLERM, A. e Bourdet, Y. Autogestão, uma muClança raClical.Rio de Janeiro, Zahar, 1976. OLIVEIRA, Anne-Marie Milon. Céiestin Freinet: raizes sociais e políticas de uma proposta pedagógica. Rio

de Janeiro: Papéis e Cópias da Escola de Professores, 1996.

SAMPAIO, Rosa Maria Whitaker F. Freinet: evolução histórica e atualidades. São Paulo: Scipione, 1989. SANTOS, Maria Lúcia dos. A Expressão livre no aprendizado da língua portuguesa.

São Paulo: Scipione, 1991.



Categoria: Pedagogia
Escrito por Flávio Boleiz às 11h35
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Palestra sobre Economia Solidária

 

 

PALESTRANTE: Prof. Felipe Bannitz

DATA E HORÁRIO: 19/11/2009 - das 14h30 às 17h30

LOCAL: Auditório da Faculdade de Educação - USP

INSCRIÇÕES SOMENTE ON LINE: http://www.teia.fe.usp.br/inscricao.htm

 



Categoria: Questões Sociais
Escrito por Flávio Boleiz às 08h48
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