Blog Forum Educação

Ecopedagogia



 
 

Alunos e professores criando!!!

Olá pessoal!!!

 

Vejam que bacana, logo abaixo, a iniciativa dos alunos do 3º ano da Escola Curumim - de Campinas!.

Pra quem não conhece, a Escola Curumim trabalha com a Pedagogia Freinet.

Que tal nos engajarmos na iniciativa das crianças? Podemos plantar muitas árvores ou elaborar outras formas de ação para a primavera, ajudando a cuidar de nosso planeta!

O endereço eletrônico da Escola Curumim é: http://www.escolacurumim.com.br

 



Escrito por Flávio Boleiz às 22h20
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Turma da Mata Atlântica

Olá


Nós, da Turma da Mata Atlântica (3º ano/tarde da Escola Curumim - Campinas), temos desenvolvido trabalhos no sentido de recuperar um pouco do espaço perdido de nosso bioma. Para isso estamos fazendo um viveiro de árvores nativas, para depois serem plantadas em diversos locais, nossas casas, nosso bairro, nossas praças inclusive. Convidamos a todos a se tornarem agentes no simples ato de plantar e cuidar de sementes,  organizar plantios, distribuir árvores.

Coletivamente iremos conquistando muito mais espaços.

Criamos o clube Galho Verde para gerir este projeto, quem tiver interesse entre em contato conosco, ainda não estamos podendo doar mudas, elas estão pequeninihas, mas sabemos quem pode doar.

O dia e a semana da árvore (21/09) estão chegando para celebrar a chegada da primavera que é a melhor época para plantar, pois chove.

Um grande abraço.

Até mais

Giovane
Professor da Turma da Mata  Atlântica
Escola Curumim - Campinas



Escrito por Flávio Boleiz às 22h10
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Michele Sato coordena Curso de EA a distância



Escrito por Flávio Boleiz às 08h00
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Dia Mundial da Água no Embu das Artes

 

 



Escrito por Flávio Boleiz às 14h19
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Carta da IIª Jornada Internacional de Educação Ambiental

Mensagem recebida por e-mail na lista de correios eletrônicos da REBEA - Rede Brasileira de Educação Ambiental.
Postado por Diogo Damasceno Pires

*Carta da II Jornada*

Quase 500 pessoas, originárias de 12 países, participantes de num painel e oito Círculos de Cultura, lançam novos olhares ao Tratado Educação Ambiental, durante os Fóruns Mundial de Educação e Social Mundial 2009. Leia a Carta da II Jornada Internacional de Educação Ambiental, uma das atividades organizadas pelo IPF - Instituto Paulo Freire.

Fórum Mundial de Educação, Belém, 2009

Círculos de Belém

A II Jornada Internacional de Educação Ambiental iniciou em 2006 com o propósito de continuar aglutinando forças inspiradas no Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, na perspectiva de construir uma existência sustentável.

Durante o VI Fórum Mundial de Educação e o IX Fórum Social Mundial foi constatada a vigência dos princípios do Tratado, bem como a necessidade de atualização de seu plano de ação.

Reuniram-se mais de 400 pessoas, originárias de 12 países, num Painel e em oito Círculos de Cultura que mobilizaram novos olhares sobre o Tratado. Nessas atividades foi manifestada a necessidade de construir coletivamente estratégias ecopedagógicas para dar vida aos 16 princípios do Tratado.

Assim como sinaliza a Plataforma Mundial de Educação - Naibori 2007, não bastam declarações gerais, mas é necessário desdobrá-las em planos de ação para a construção da cidadania planetária.

O resultado dos trabalhos desenvolvidos Círculos de Cultura seguem na íntegra e foram sistematizados nas seguintes vertentes:

1. Comunicação: viabilizar uma melhor socialização quanto aos conceitos que fundamentam a educação ambiental, assim como do próprio Tratado, enquanto documento que orienta atitudes para a sustentabilidade;

2. Políticas Públicas: garantir uma maior abrangência da educação ambiental nos três níveis de organização da sociedade (poder público, iniciativa privada e terceiro setor);

3. Coletivos e Redes: ampliar, articular e integrar as organizações da sociedade civil com o propósito de fortalecer transformações significativas;

4. Autonomia dos povos: consolidar o respeito à diversidade para o empoderamento das comunidades.

Entendemos que estas contribuições fortalecem os próximos passos da II Jornada Internacional de Educação Ambiental e poderão se somar a toda e qualquer contribuição fruto de outras atividades organizadas por entidades e pessoas nas suas respectivas comunidades ou por meio da plataforma virtual da Jornada.

Fica aqui então, o convite para todas e todos que têm nos princípios do Tratado sua inspiração para concretização de um novo projeto planetário.

Fórum Mundial de Educação Belém (Brasil), 1º de fevereiro de 2009.

Mais Informações: http://tratadodeeducacaoambiental.net/



Escrito por Flávio Boleiz às 21h49
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Leonardo Boff: Fórum Mundial de Teologia e Libertação

Fórum Mundial de Teologia e Libertação



     Desde os seus primórdios no final dos anos 60 do século passado, este tipo de teologia nasceu no esforço de articular o discurso da fé com o discurso da sociedade na perspectiva dos oprimidos. Sua marca registrada foi e continua sendo “opção pelos pobres contra a pobreza”. A perspectiva era e é global, de sorte que já nos anos 70 se organizaram os primeiros Fóruns Mundiais da Teologia da Libertação, em Chicago, no México e no Brasil e continuaram até que a cegueira de setores poderosos do Vaticano os tivessem proibido. Como são por natureza ecumênicos, tais fóruns continuaram a acontecer regionalmente.



     Com o surgimento dos Fóruns Sociais Mundiais a partir de 2001 encontrou-se o espaço público para a continuação destes encontros globais, primeiro em Porto Alegre em 2005, o segundo em Nairóbi no Quênia em 2007 e agora em 2009 em Belém.


     Perfilou-se melhor o estilo da reflexão. Ao invés de se falar simplesmente de teologia da libertação e assim ressuscitar as discussões do passado, preferiu-se falar em teologia e libertação. O sentido é confrontar a fé refletida e critica (teologia) com os temas da opressão que possuem os mais diversificados rostos desde as crianças consumidas como carvão na máquina produtivista até os massacres como os de Gaza. O discurso não é intra-eclesiástico e em favor ou contra as Igrejas mas público, voltado para a sociedade mundial. A questão central não é discutir o futuro do cristianismo, mas que contribuição este pode dar para os verdadeiros problemas humanos que são a perpetuação da paixão dos pobres, o aquecimento global e suas eventuais conseqüências perversas.

 


     O cristianismo não pode ser um superego castrador de temas importantes da agenda mundial, mas deve ser uma fonte de inspiração e de ousadia para questionar o paradigma civilizatório dominante que faz de todos, ricos e pobres, oprimidos, afogados no consumismo de bens materiais, sem sentido de solidariedade e de cuidado para com o patrimônio comum que é o planeta Terra. Mas principalmente pode mostrar-se fecundo no compromisso, junto com os movimentos sociais – os verdadeiros novos atores -  no combate ao sistema do capital produtor de grandes injustiças, na luta pela terra, negada às grandes maiorias e na busca de alternativas de produção e de vida. Não é sem razão que é unicamente esse tipo de cristianismo que possui mártires como a Irmã Doroty, o Padre Josimo e tantos outros da América Latina. Das burocracias eclesiásticas nunca saem místicos, santos e mártires mas apenas medíocres reprodutores do stablisment religioso.



     Em todos estes Fóruns de Teologia e Libertação compareceram mais de mil pessoas vindas de todos os Continentes, também da Europa e dos USA, o que mostra a vitalidade deste tipo de pensamento. As autoridades doutrinárias do Vaticano estão iludidas quando imaginam que com sua disciplina liquidaram a Teologia da Libertação. Ela nasce do grito da Terra e dos pobres. Enquanto estes continuarem a gritar, há todas as razões de se atuar de forma libertadora e elaborar a partir daí uma teologia.  De certa forma, suas intuições se tornaram patrimônio comum do cristianismo contemporâneo, salvando-o do cinismo.



     O tema deste ano em Belém foi “Água, Terra e Ecologia para um outro mundo possível”. Partiu-se da conjunção das várias crises, todas elas ligadas à falta de sustentabilidade do sistema-Terra. O tema da ecologia se impunha. Não como técnica de gerenciamento de recursos escassos mas como novo paradigma de relação para com a Terra, não como mero meio de produção mas como um ser vivo, gerador de toda a vida. Como disse um discípulo de E.Morin, Patrick Viveret, biólogo e economista, em sua palestra: importa fazer “um bom uso do fim de um mundo”. Agora se abre espaço para um outro mundo não só possível mas necessário. O cristianismo é chamado a trazer a sua contribuição a partir de seu capital de respeito e de cuidado.



Escrito por Flávio Boleiz às 21h44
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